1º destino – Mandalay, Myanmar

1º destino – Mandalay, Myanmar

Junho 1, 2019 0 Por admin

Primeiro dia no destino final, primeiro dia no Myanmar.

Ficámos apenas umas horas em Mandalay, a 2ª maior cidade do Myanmar.

Encontrámos logo 3 portuguesas no aeroporto, com as quais partilhámos o autocarro até à cidade e tivemos oportunidade de conversar um pouco sobre os roteiros, expectativas, etc.

A cidade estava em festa, aliás como todo o país, afinal chegámos em pleno festival da água – water festival – comemoração do Ano Novo.

As ruas cheias de gente. Muito calor e muita água! A forma de festejarem é saindo à rua e atirando água uns aos outros. Com baldes, mangueiras, pistolas, garrafas, pouco importa a forma, o que interessa é atirar água.

Ao que parece, a intenção é promover a limpeza para “receber” o novo.

É engraçado que desde o final de 2017, eu e a minha amiga Petia, adoptámos como hábito o banho no mar, no último dia do ano.

A nossa intenção é, igualmente, limpar e purificar, criar espaço para receber o novo. Assim, parece que adoptamos esta tradição ainda antes de a conhecermos.

As poucas horas em Mandalay, e a confusão instalada na cidade, dificultaram a oportunidade de conhecer o máximo de coisas. Tivemos que optar…

Assim, escolhemos visitar Mandalay Hill.

Um templo no topo da montanha com uma fantástica vista sobre a cidade. É possível subir os seus 1729 degraus para chegar ao topo. Seria uma óptima meditação activa mas, além da escassez de tempo, o cansaço da viagem ditou que não arriscasse. Por isso, fomos de táxi até ao topo.

Não tivemos oportunidade de ficar para o pôr do sol, mas deu para ver que os tons e desenhos traçados devem tornar aquele sítio um dos melhores para o assistir em Mandalay.

No caminho para o Mandalay Hill ainda fomos visitar o templo Kuthodaw Pagoda. Lá está o maior livro do mundo, com as suas 729 pedras com escrituras de ensinamentos de Buda.

Cada pedra está dentro de um pequeno templo, logo, temos 729 templos organizados em torno de um belíssimo Pagoda (templo) central.

Depois destas visitas, já só sobrou energia e disposição para um simples jantar. Depois, foi matar algumas melgas que invadiram o nosso quarto e dormir…

Às 8h30 voámos para Bagan. Um voo doméstico, num mini avião (principalmente depois da experiência do A380 que nos levou do Dubai para Bangkok).

De forma a vermos a Ponte U-Bein, especialmente numa hora sem grande confusão de gente, pedimos ao táxi para fazer um desvio.

Assim, fomos ver o nascer do sol na U-Bein bridge.

Uma bonita ponte de 1,2 kilómetros. A mais longa ponte de madeira de teca do mundo.

As primeiras horas no Myanmar foram sem dúvida fantásticas.

As pessoas são muito simpáticas, embora nem sempre seja fácil comunicar. Poucas falam inglês e nem sempre consegui entender o inglês que tentavam falar.

Detalhes:

Voámos de Bangkok para Mandalay pela AirAsia.

Ficámos no Hotel Moonlight em Mandalay. O hotel não era nada de especial, embora tenhamos tido uma recepção engraçada com um placar com o meu nome.

A casa de banho não tinha separação da zona de duche e por isso, ficava tudo molhado quando se tomava banho.

Reservámos no Booking e se reservares através deste link podes usufruir de um desconto de 15€. (Além de me estares a ajudar…)

Não me quero precipitar, mas para já, embora o Myanmar seja muito bonito e especial, continuo a vibrar mais com Bali.

Por enquanto, vou desfrutar desta viagem, mas deixo-vos o convite para se juntarem a mim na próxima viagem – Reencontro do Eu em Bali.

Amanhã partilharei as aventuras em Bagan.

P.S. Escrevi este artigo enquanto esperava pelo avião em Mandalay, transcrevi-o para o PC sob a forma deste artigo, hoje – mais de um mês depois de ter chegado!!!

Doing my best in the translation to english… (me and google translate)

First destination – Mandalay, Myanmar

First day at final destination, first day in Myanmar.

We stayed for only a few hours in Mandalay, Myanmar’s 2nd largest city.

We found 3 Portuguese at the airport, with whom we shared the bus to the city and had the opportunity to talk a little about the routes, expectations, etc.

The city was in celebration, more like the whole country, after all we arrived during the water festival – New Year celebration.

The streets full of people. Too hot and too much water! The way they celebrate is by going outside and throwing water at one another. With buckets, hoses, pistols, bottles, no matter what shape, what matters is to throw water.

It seems that the intention is to promote cleanliness to “receive” the new.

It’s funny that since the end of 2017, me and my friend Petia, adopted the bath in the sea, on the last day of the year.

Our intention is also to cleanse and purify, to create space to receive the new. So it seems that we adopt this tradition even before we know it.

The few hours in Mandalay, and the confusion set in the city, made it difficult to get the most out of things. We had to choose …

So we chose to visit Mandalay Hill.

A temple at the top of the mountain with a fantastic view over the city. It is possible to climb its 1729 steps to reach the top. It would be a great active meditation but, besides the scarcity of time, the fatigue of the trip dictated that it did not take the risk. So we went by taxi to the top.

We did not get a chance to stay for sunset, but we could see by the tones and drawings in the sky that this should be one of the best places to watch the sunset in Mandalay.

On the way to Mandalay Hill we visit Kuthodaw Pagoda temple. Where it is the largest book in the world, with its 729 stones with scriptures of Buddha’s teachings.

Each stone is inside a small temple, so we have 729 temples organized around a beautiful central pagoda (temple).

After these visits, there was only enough energy and disposition for a simple dinner. Afterwards, it was to kill some melgas that invaded our room and to sleep …

At 8:30 we flew to Bagan. A domestic flight, in a mini airplane (especially after the experience of the A380 that took us from Dubai to Bangkok).

In order to see the U-Bein Bridge, especially at an hour without much confusion of people, we asked the taxi to make a desviation.

So we went to see the sunrise on the U-Bein bridge.

A beautiful bridge of 1.2 kilometers. The longest teakwood bridge in the world.

The first hours in Myanmar were definitely fantastic.
The people are very friendly, although not always easy to communicate. Few speak English and I could not always understand the English they were trying to speak.

Details:

We flew from Bangkok to Mandalay by AirAsia.

We stayed at the Moonlight Hotel in Mandalay. The hotel was nothing special, although we had a funny reception with a placard with my name on it.

The bathroom had no separation from the shower area and so it was all wet when taking a shower.

Booked on the Booking and if you book through this link you will receive a discount of € 15. (Besides you’re helping me getting more discount too…)


I do not want to rush, but for now, although Myanmar is very beautiful and special, I continue to vibrate more with Bali.

For now, I’m going to enjoy this trip, but I’ll leave you the invitation to join me on the next trip to Bali.

Tomorrow I will share the adventures in Bagan.

P.S. I wrote this article while waiting for the flight in Mandalay, I transcribed it to the PC in the form of this article, today – more than a month after it has arrived !!!

Por favor segue e partilha!
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